domingo, 28 de abril de 2013

Moldes das Línguas.

 Estudo comparativo das línguas do mundo! 

Estou aqui de novo, para compartilhar mais um conteúdo da nossa aula de MORFOLOGIA. 

Desta vez, falarei de algo mais simples, relacionado ao tema passado, sendo portanto, uma continuação do estudo sobre a morfologia.
Escolhi falar sobre os moldes sobre os quais as línguas do mundo se encaixam! 



Conforme August Schleicher as línguas do mundo se resumiriam em três tipos. As línguas isolantes são as línguas em que as palavras são caracterizadas por serem raízes, ou seja, não há elementos menores. O chinês e japonês possuem essa estrutura. As línguas aglutinantes são aquelas que possuem afixos e declinações. O turco e o esperanto recebem essa classificação. As línguas flexionais são as que contem afixos como as aglutinantes, mas a diferença é que cada elemento pode significar varias outras coisas o que não é o caso do turco e esperanto. O latim, português, sânscrito são línguas flexionais. Humboldt reformulou essa teoria acrescentando um quarto tipo: POLISSINTÉTICA cujas características apresentam por serem palavras longas, que possuem  afixos  e que uma palavra tem valor de uma frase, justamente pela quantidade de informações nela contida, o bella coola. 

Assim como definição de palavra, não há como uma língua pertencer somente a um tipo. O latim por exemplo, possui casos, mas não é classificado como aglutinante. O que prevalece é o tipo que mais é notado na língua. 
Quando vamos escolher o curso que faremos na universidade, nos comportamos como línguas, por mais que gostamos e nos encaixamos em todos os cursos ditos da área de humanas, temos que escolher o que mais nos completa. 

EU TE AMO- em várias línguas 


Esse vídeo faz referencia a várias formas de dizer eu te amo! E o que tem a ver com nossa postagem?! É que nele podemos perceber os diversos moldes das línguas, temos exemplo do chinês que é uma língua isolante, o português que é flexionada, o esquimó que é polissintética e o alemão que é aglutinante.  





Palavra pra que te quero?

Olá Pessoal !

Esse blog tem por objetivo minha reflexão sobre as aulas ministradas pela professora: Roberta, cuja análise é feita por meio da nossa querida morfologia da língua portuguesa. Espero que possa ser útil a todos que acompanhem minha evolução nessa disciplina cuja expectativa é grande. Beijos a todos! 


Para começar, falarei sobre palavras. Que importância tem? Como podemos definir? 




Primeiro, a importância: a palavra nada mais é que o meio de nossa comunicação, seja oral ou escrita, será que sem ela poderíamos compartilhar sentimentos, dúvidas, aflições? Acho que seria difícil. Não precisamos pensar no tempo pré-histórico sem o desenvolvimento da fala, da escrita para nos imaginarmos sem essa possibilidade que na maioria das vezes não valorizamos, já passou pela cabeça de vocês, como é a vida das pessoas que possuem uma deficiência como a impossibilidade da fala ou da escrita? Complicado, não?

Segundo, a definição: essa é mais difícil que a primeira. Definição sem dúvidas é complicado, para alguns palavra tem relação com: 1 unidade acentual  (gramática possui um elemento que marca a tonicidade da palavra, mas literatura não possui) 2 sentido (porta = objeto e porta = verbo portar 3ª pessoa do singular) 3 lexia (palavras cujos componentes são inseparáveis). Mas a pergunta é: de formas separadas ou juntas? Se formos analisar de forma separada nenhum dos itens citados tem desempenho satisfatório em todas as palavras, por isso é cabível a análise dos três, se um não se ajusta é necessário tentar os outros até que um seja o ideal.

Segue uma pequena demonstração do quanto a palavra é imprescindível em nossas vidas. Com as palavras podemos nos expressar de diversas formas: seja falando, escrevendo ou cantando. A música PALAVRAS AO VENTO da Cássia Eller, nos ajuda a compreender que por mais pequena que a palavra seja ela possui uma importância imensurável.